O Menino Maluquinho





















Meninos Verdes






















João e o Pé de Feijão










A Princesa de Bambuluá

O MENINO MALUQUINHO

            A adaptação feita por Marco Augusto mostra um contador de estória que se vê envolvido com as brincadeiras do menino, que foge do livro deixando as páginas em branco. A partir daí, se estabelece uma relação de procura ao personagem para devolvê-lo ao livro, criando o conflito imprescindível à encenação. Enquanto isso o menino interage com seus amigos e com o contador de histórias. 

A concepção do espetáculo busca retratar a infância no seu sentido mais amplo; o exercício de imaginação, da pureza e da simplicidade, assim como no livro, onde o autor usa ternura para narrar meninices, molecagens, brincadeiras, esperteza, curiosidades e sonhos. O Menino Maluquinho traz a identificação não somente nas crianças, mas também nos adultos.   
 
A proposta da montagem é criar um espetáculo belo e rico em poesia com muito humor e ternura, totalmente identificado com o a proposta de ZIRALDO que fala às crianças de maneira simples e direta.

FICHA TÉCNICA

História original----------------------Ziraldo
Direção e adaptação-----------------Marco Augusto
Menino Maluquinho------------------Jullya Graciela
Bocão------------------------------João Henrique Veloso
Contadora de Histórias e Julieta ---------Lúcia Corrêa
Junin e Pedro Álvares Cabral----------Marco Augusto
Iluminação-------------------------------Gilmar Martins
Confecção de bonecos e cenário---------- O grupo

 

Duração: 45 minutos

OS MENINOS VERDES

            O espetáculo mostra as pequenas criaturas verdes encontradas no jardim de Dona Cora. Elas conquistam o afeto da Poetisa através de suas brincadeiras, estripulias, do exercício da imaginação e da pureza. Tudo com simplicidade, assim como no livro, onde a autora usou ternura para narrar meninices, brincadeiras e sonhos, provocando a identificação não somente nas crianças, mas também nos adultos. 

A história original é preservada em sua essência, rica em metáforas e simbolismo, revelando o lado da autora que poucas pessoas conhecem. A literatura para crianças de Cora Coralina e as situações do livro são transportadas para o palco através do teatro de bonecos, permitindo criar belas cenas repletas de poesia.

FICHA TÉCNICA

História original---------------------- Cora Coralina
Direção e adaptação---------------------- Marco Augusto
Cora Coralina ---------------------------- Marco Augusto
Maricotinha ------------------------------ Jullya Graciela
Meninos 01e 02--------------------------- Lúcia Corrêa
Meninos 03 e 04-------------------------- Jullya Graciela
Menino 05 e 06 ------------------------ João Henrique Veloso
Seu Vicente (Jardineiro)-------------- João Henrique Veloso
Cientista 01------------------------------- Lúcia Corrêa
Cientista 02 --------------------------- João Henrique Veloso
Iluminação e Sonoplastia--------------- Gilmar Martins
Confecção de bonecos e cenário---------- O grupo
Desenhos e computação gráfica------------Paulo Pietro

 

Duração: 45 minutos

JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO

            É o primeiro trabalho da Cia Voar dirigido por Marco Augusto, bonequeiro oriundo do grupo Bagagem  onde atuou por 15 anos com intensa pesquisa sobre o teatro de bonecos  e suas técnicas e linguagem cênica.
Um espetáculo solo em que Marco Augusto dá vida a todos os personagens da história de João, um menino que, movido pela curiosidade, fantasia e astúcia de toda criança, vence o gigante e acaba com a fome e a aridez do lugar onde mora, mudando seu destino e de sua família.

Um conto popular rico em simbolismo, uma aventura fantástica e de elementos mágicos: a semente que brota até o céu, a galinha dos ovos de ouro, o terrível gigante, a harpa encantada, tudo isso encenado com o encanto do teatro de bonecos.

FICHA TÉCNICA

Direção e atuação---------------------- Marco Augusto
Iluminação e Sonoplastia--------------- Gilmar Martins

 

Duração: 40 minutos

A PRINCESA DE BAMBULUÁ

            Um conto popular que fala dos desencontros amorosos entre João e a Princesa, quando todas as forças naturais e sobrenaturais conspiram contra o reencontro dos enamorados. Cultivado e construído pela oralidade popular, o conto “ A Princesa de Bambuluá” foi recolhido por Luís da Câmara Cascudo no Rio Grande do Norte e narrado por Francisco Idelfonso conhecido como Chico Preto. Foi publicado no livro “Contos Tradicionais do Brasil” e é classificado como um conto de encantamento onde o mágico, o sobrenatural e o mal agouro estão presentes na narrativa.

            Estes elementos são componentes de extrema riqueza para a composição de uma dramaturgia criativa para o teatro de bonecos, possibilitando contar uma história rica em metáforas e simbolismo, uma aventura fantástica com personagens expressivos e marcantes. Segundo Câmara Cascudo, reúne elementos de vários contos europeus, numa sequência de episódios populares. O narrador analfabeto, um negro, contou-a muitas vezes sem colaboração.O espetáculo conta do um elenco de sete bonequeiros que dão vida a vinte bonecos que contam a estória de Princesa de Bambuluá com a técnica de manipulação direta, dois músicos executam a sonoplastia ao vivo ao som de rabeca, zabumba, pife e viola.

            A concepção da montagem ambienta a primeira parte da história do Sertão Brasileiro com seus arquétipos, relacionando-os com os reis, rainhas e princesas de nossa raiz ibérica de onde herdamos grande parte de nossos contos populares. O continente europeu é representado na peça como o longínquo reino de Bambuluá para onde João parte voando nas asas de um urubu ao encontro de sua amada.

FICHA TÉCNICA

Direção -------------------------------------- Marco Augusto
João ----------------------------------------- Marco Augusto
Princesa e Zoroastra------------------------- Jullya Graciela
Príncipe/Imperador dos Pássaros e Rei----- Ravel Mesquita
Professora, Rainha e Cozinheira ------------- Lúcia Côrrea
Rei dos Pássaros, Urubu e Conde-------João Henrique Veloso

Duração: 50 minutos

 

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